Prémio Regional de Arquitetura de Lisboa e Vale do Tejo
Ruy d’Athouguia 2026
Em 2026, a Secção Regional de Lisboa e Vale do Tejo da Ordem dos Arquitectos lançou a primeira edição do Prémio Ruy d’Athouguia.
O prémio, que homenageia o arquiteto Ruy Jervis d’Athouguia, destina-se a distinguir obras de reconhecida qualidade arquitetónica nesta área geográfica, a promover boas práticas no exercício da arquitetura na construção, conservação e reabilitação de edifícios, e a dar visibilidade ao trabalho dos arquitetos da região.
Foi produzido um painel de concurso que reflete os princípios e os aspetos estruturais desta reabilitação.
O Falanstério concorreu
na categoria de Reabilitação
com o projeto do Edifício Palmira.
[Concurso]
O Edifício Palmira foi construído no início do século XX, em pleno centro de Lisboa. O desafio para o Falanstério foi ir além de simplesmente preservar o passado ou afirmar o presente.
Procurou, em vez disso, construir uma continuidade tangível – em que a passagem do tempo não apaga a memória, mas a inscreve, camada a camada, na própria substância da arquitetura.
A composição do azulejo tradicional português cria um ritmo único – quase uma cadência visual – que distingue o edifício dos seus contemporâneos e o eleva não apenas como estrutura, mas como expressão viva de carácter e memória.

[Cerimónia de entrega]
A cerimónia decorreu a 30 de maio de 2026, em Óbidos, no âmbito do Dia Regional do Arquiteto, com uma conferência e a inauguração de uma exposição dos trabalhos selecionados.
O programa do Dia Regional do Arquiteto 2026 incluiu ainda visitas guiadas ao complexo Bom Sucesso Resort e a cerimónia do Prémio Carreira.