Concebidos como peças autônomas, mas coerentes com a identidade do lugar. As suas volumetrias, materiais e relações com o exterior procuram estabelecer uma leitura clara do território, respondendo à escala do complexo e à sensibilidade da paisagem envolvente.
[RUPPIA] O edifício apresenta uma leitura formal simples e uma cromática uniforme, favorecendo a sua integração na envolvente e reforçando a percepção de um volume único. Contudo, na proximidade, a composição revela uma maior profundidade: a materialização da estrutura metálica gera sombras que conferem ritmo, textura e expressividade às fachadas.
Com os seus terraços ajardinados, os edifícios Ruppia oferecem vistas privilegiadas sobre a paisagem urbana e a ria, integrando-se no ecossistema de Foz de Prata.
[CERAMIUM] Integrado no empreendimento Foz de Prata, o edifício Ceramium é um condomínio privado que dá forma a um novo ecossistema sustentável, onde a biodiversidade, a cultura e a tradição de Aveiro se encontram.
O Ceramium nasce da fusão entre a flora da ria, a cerâmica e o barro — elementos característicos de Aveiro. A piscina exterior e o ginásio são os principais elementos de destaque deste edifício residencial, composto por 28 apartamentos, que se distinguem pelas amplas varandas e por tipologias que vão de T1 a T5.
[Entre a Cidade e a Paisagem]
A ambição de estabelecer uma presença contemporânea enraizada no seu território, capaz de criar continuidade entre o espaço público, o entorno urbano e a paisagem mais ampla.
Mais do que ocupar um lugar, o projeto procura construir relação com a rua, com o espaço público, com a proximidade urbana e com a paisagem mais ampla. A arquitetura é entendida como um elemento ativo na qualificação da envolvente, capaz de gerar continuidade, encontro e pertença.



[Um Ecossistema Sustentável]
A sustentabilidade é o princípio orientador de todo o empreendimento. O projeto privilegia a mobilidade suave, integrando novos jardins, praças e parques na malha urbana. Os edifícios incorporam coberturas verdes e soluções construtivas orientadas para a eficiência energética, promovendo uma relação mais equilibrada entre arquitetura, espaço público e ambiente.
Desta forma, o empreendimento contribui para a construção de uma nova cidade — mais consciente do seu contexto, mais aberta à vivência colectiva e mais comprometida com a criação de valor duradouro.
Aqui, a arquitetura contemporânea integra-se na paisagem e estabelece um diálogo próximo com a natureza.